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Pergunte primeiro, candidate-se quando estiver pronto
A maioria começa de uma de duas formas. Uma ligação de 30 minutos em que pesamos os prós e os contras de acordo com a sua situação real. Ou um teste de cinco minutos que reduz a lista aos programas que valem um olhar mais atento. Os dois são gratuitos. Nenhum deles compromete você a nada.
1.800+ candidaturas desde 2016 · clientes de 19 nacionalidades · no máximo 30 processos ao mesmo tempo
Como não residentes abrem uma conta offshore, o que o banco exige para comprovar os recursos e quando a rota suíça oferecida pela Become Global Citizen faz sentido.

O offshore banking ainda carrega uma imagem de cinema: conta numerada, sala discreta em Genebra e depósito capaz de comprar a própria sala. Uma conta comum para não residente em 2026 é bem menos teatral. Começa com uma declaração de residência fiscal e quase sempre chega ao pedido de mais um extrato.
Conta offshore é apenas uma conta mantida fora do país onde o titular vive. Abri-la costuma ser legal. Para mantê-la regular, é preciso declarar a residência fiscal corretamente, informar a conta quando a lei local exigir e explicar ao banco a origem do dinheiro.
Nem sempre é necessário viajar, e USD 500.000 não é ingresso universal. A instituição precisa aceitar o país de residência e o uso planejado. O saldo esperado deve fazer sentido para aquela mesa, e os documentos não podem deixar lacunas para o compliance completar.
A Become Global Citizen pode preparar e coordenar pedidos adequados de não residentes na Suíça. A decisão final é do banco. Envie país de residência, nacionalidade e saldo inicial pelo formulário de contato. Respondemos ao e-mail informado no formulário.
Uma conta estrangeira declarada resolve problemas comuns. Um fundador pode receber a venda da empresa na moeda da transação. Uma família entre dois países separa pagamentos diários da carteira principal. Outros preferem não manter toda a liquidez exposta a uma única moeda doméstica.
Ela não serve para esconder beneficiário efetivo ou renda. A Suíça participa da Troca Automática de Informações. Instituições suíças coletam dados reportáveis de clientes residentes fiscais no exterior e os transmitem pela administração tributária federal.
Mais de 100 jurisdições aderiram ao Padrão Comum de Reporte da OCDE. Uma conta pode ser privada sem ficar invisível à autoridade fiscal competente.
A obrigação do cliente depende de residência e cidadania. Pessoas dos EUA podem ter FBAR e FATCA mesmo usando outro passaporte. Nosso texto sobre dupla cidadania e bancos estrangeiros explica por que uma segunda nacionalidade não apaga deveres existentes.
O erro frequente é escolher primeiro uma instituição famosa. Um cliente legítimo pode estar fora da política comercial. Uma mesa talvez queira carteira administrada. Outra aceita gestão de caixa, mas não residentes de determinado país.
Antes do contato, anote transferência inicial, saldo provável em 12 meses, maior recebimento previsto e quantidade mensal de pagamentos. Resuma o objetivo em uma frase. “Guardar o valor da venda da minha empresa britânica e investir em títulos listados” ajuda. “Diversificação internacional” diz pouco.
A Become Global Citizen faz uma triagem curta, em vez de enviar o mesmo arquivo a cinco instituições. O disparo geral cria perguntas quando o banco seguinte consulta recusas anteriores. Os processos que melhor andam nem sempre são os maiores. São os que o analista entende antes de o café esfriar.
Não existe mínimo legal universal. Cada instituição fixa seu piso comercial, e duas mesas do mesmo grupo podem atender faixas distintas.
Provedores digitais ou de pagamentos podem aceitar saldos modestos com investimento limitado e restrições geográficas. Bancos privados esperam ativos investíveis e uma relação consultiva ou administrada. Saldo alto não elimina revisão; costuma exigir mais detalhe sobre a formação do patrimônio.
A Suíça atende mais de uma faixa. Nem toda relação começa em meio milhão de dólares, nem todo não residente recebe serviço privado completo com USD 5.000. Saldo é apenas parte da análise; residência e atividade pretendida podem decidir a porta disponível.
Se o perfil combinar, a Become Global Citizen coordena a rota suíça. Revisamos elegibilidade e documentos antes do onboarding. A conclusão remota é confirmada por caso. Informe o valor no formulário de contato; responderemos por e-mail.
Algumas relações começam sem visita. A regulamentação suíça admite identificação por vídeo e online. As regras digitais da FINMA tratam de segurança documental e prova de vida. A permissão do regulador não obriga todo banco a oferecer o processo a todo cliente.
O banco pode pedir videochamada, cópia certificada do passaporte ou transferência de conta existente no nome do solicitante. País de residência, estrutura ou risco podem exigir reunião presencial. Uma empresa com vários níveis societários exige mais que uma conta pessoal financiada por salário.
Remoto não significa anônimo. Identidade e diligência são feitas por métodos digitais e documentais aprovados, em vez do balcão.
A base inclui passaporte válido, comprovante recente de endereço, número fiscal e declaração de residência. Também entram a finalidade da conta e a prova da transferência inicial.
O restante depende da origem do patrimônio. Empregado apresenta holerites e extratos de poupança. Empresário pode precisar de contas, registros societários e deliberações de dividendos. Vendedor de imóvel mostra compra, venda e trilha bancária do fechamento. Herança exige documentos sucessórios e prova de recebimento.
Pasta grossa não vale ponto. O analista quer uma linha contínua do evento econômico ao dinheiro recebido. Quatro documentos conectados são melhores que doze soltos.

Origem dos recursos responde de onde veio esta transferência. Origem do patrimônio explica como a posição financeira total foi construída.
Imagine USD 280.000 vindo da conta doméstica. O extrato prova a fonte imediata, não o evento que criou o saldo. Se foi venda de empresa, espere pedido do contrato e do tratamento fiscal. Quando a mesma empresa criou a maior parte do patrimônio, esses registros cumprem as duas funções.
Intermediários suíços verificam contratante e beneficiário efetivo. A orientação antilavagem da FINMA exige esclarecer contexto e finalidade de relações ou movimentos incomuns. Por isso um pagamento legal pode gerar perguntas.
Cripto não causa recusa automática. A dificuldade aparece quando faltam histórico de aquisição, titularidade da carteira ou conversão. Uma planilha feita na véspera não conserta seis anos sem registro. Dados da exchange, carteira e imposto precisam coincidir.
Recusa não significa suspeita de crime. O caso pode ficar fora da política geográfica, o saldo ser baixo para a mesa ou o banco não oferecer os pagamentos desejados. A carta raramente informa o motivo decisivo.
Outras recusas são evitáveis. Endereços divergem. O cliente chama o dinheiro de “poupança”, mas o extrato mostra pagamento recente de empresa. A holding aparece no organograma e não na explicação. Nada precisa ser irregular, mas isso cria mais trabalho e menos confiança.
Nosso teste leva cinco minutos: alguém que nunca viu o cliente entende de quem é o dinheiro, como foi ganho e por que vai para aquela conta? Se ainda não, o processo não está pronto.
Use conta pessoal para bens e despesas pessoais. Receitas comerciais pertencem à empresa. Misturar ambos para facilitar o cadastro costuma ter efeito contrário.
O pedido empresarial traz constituição, diretores e organograma até os beneficiários finais. O banco pede contratos, notas ou atividade real. Empresa offshore recém-criada não é recusada por definição, mas precisa de motivo comercial e plano de financiamento.
Se a conta integra uma mudança, organize residência, cadastro fiscal e banco. Nosso guia de residência no Panamá mostra um projeto em que base bancária em USD e residência convivem, embora cada instituição mantenha suas regras.
Confirme primeiro residência e reporte com assessor fiscal. Defina finalidade e saldo realista. Só então monte a lista. Prepare identidade e origem antes do contato, use fatos iguais em todos os formulários e faça a transferência inicial da conta declarada do titular, salvo acordo escrito diferente.
Não mova o dinheiro por intermediário apenas para parecer simples. O passo extra abre outra pergunta.
Para perfis adequados, preparamos a nota do cliente não residente e organizamos as evidências. Quando há uma rota compatível, coordenamos apresentação e onboarding. Não prometemos aprovação, não contornamos controles nem oferecemos conta escondida.
A revisão inicial pede nacionalidade, residência, atividade, valor e origem. Envie pelo formulário de contato com e-mail ativo. Resposta e perguntas chegam por e-mail.
Se o caso não combinar com a rota suíça disponível, avisamos antes do pedido. Um não cedo custa menos que recusa formal e um mês de documentos.
Em geral, sim. Conta e renda podem precisar de declaração no país de residência fiscal ou cidadania. Propriedade legal não é segredo fiscal.
Não há regra universal. Banco privado espera ativos relevantes; outras contas podem começar abaixo, conforme instituição e serviço.
Em alguns casos. A Suíça permite identificação digital, mas o banco decide a disponibilidade para cada cliente.
Não existe documento mágico. O melhor arquivo mostra sem interrupção como o dinheiro foi ganho, onde está e como chegará à nova conta.
Podemos preparar e coordenar pedidos adequados. A instituição decide. Comece pelo formulário de contato; responderemos por e-mail após a triagem.